sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Artigo: Os exageros de Carlota Joaquina - Uma análise do filme de Carla Camurati

O filme de Carla Camurati retrata a vida, em sua intimidade, de Carlota Joaquina, a princesa espanhola que com dez anos de idade fora ofertada ao infante D. João VI de Portugal. A diretora através de uma narrativa cômica enfatiza os escândalos que marcaram a vida de Carlota Joaquina e de toda a corte portuguesa. A história se passa em um período muito conturbado, em que a Europa estava cercada pelas tropas napoleônicas que tentava impor o embargo econômico à Inglaterra sua maior rival. Portugal seria o próximo alvo de Napoleão. Entretanto, como desde muito tempo o reino lusitano dependia economicamente da Inglaterra e, estava assim, irremediavelmente submisso aos interesses britânicos, D. João logo após assumir a regência de Portugal, ficara em uma encruzilhada: se aliar à França que já tinha dominado a Espanha ou continuar sob o julgo Inglês que lhe daria cobertura em uma fuga às pressas para o Brasil. D. João optou, por comodidade, pela segunda opção.
O filme é narrado, estranhamente, por um Escocês que relata a história de Carlota Joaquina após achar uma garrafa no mar. Esta trazia um trecho de um livro sobre Salvador Dali, falando que nunca havia ido ao Brasil devido às histórias que contavam a existência de borboletas gigantes que atacavam os homens nos trópicos. O narrador escocês relata a maioria das situações constrangedoras por que passara o ainda infante D. João VI. A maior delas aconteceu ainda em sua noite de núpcias. Foi nesse dia que D. João começou a conhecer a índole de sua esposa, devido a pouca idade, apenas 10 anos, a princesa deu-lhe uma dentada na orelha quando este procurava abraça-la. Passando à fase adulta Carlota demonstra ser uma amante dos prazeres e, em uma discussão com D. João que se recusava a enfrentar as tropas de Napoleão que era o que Carlota Joaquina representando o sangue quente espanhol queria. Ela em um lance de fúria diante da recusa de João em acatar seus desejos, o chama de João fujão e revela que apenas a primogênita era realmente a sua filha e que esperava que os outros puxassem as características dos pais.
É nesse ponto, que chamaria a discussão para um aspecto importante, embora devo destacar que a proposta do filme é a sátira e, portanto, tende-se a exagerar os fatos de maneira a igualar os seres humanos em sua fraqueza (Aristóteles, Poética). Contudo, o enredo se detém sobre um período histórico, nesse sentido, a tentativa de se separar a ficção da realidade se faz importante. Não discutirei os exageros porque isso é próprio da comédia e estes estão bem representados na figura de D. João VI que, embora, fosse conivente com os adultérios de sua esposa, não foi um “banana” como o filme retrata, e algumas cenas mesmo destacam a argúcia política do fundador do banco do Brasil.
Os aspectos que pretendo destacar no filme são, respeitando a proposta da diretora, as omissões históricas relativa à vida de Carlota Joaquina. Em 1805, Carlota Joaquina e alguns comparsas entre eles viscondes e marqueses conspiraram para a deposição de D. João VI. Este acontecimento caba por ser negligenciado, apesar do recorte temporal do filme ter como proposta narrar a vida de Carlota Joaquina desde seus primeiros anos até o suicídio. O que, do ponto de vista, da integridade histórica não se justifica, mesmo levando em conta o estilo cômico do roteiro, pois seria uma ação a ser explorada pela proposta satírica do filme. Há, porém, espaço para uma ressalva: o cinema, por suas próprias características, é uma obra de síntese em que, muitas vezes, a adaptação de obras literárias se torna deveras complicada, levando se em consideração os problemas orçamentários que Carla Camurati teve e o momento de crise que todo o cinema brasileiro passava no período da realização da obra, sem créditos governamentais, desinteresse dos investidores e a péssima distribuição das produções brasileiras. Todos esses fatores fazem do produto final motivo para muitas admirações, em que a criatividade e o jogo de cintura da cineasta estão a toda prova.
No entanto, outro ponto a destacar, seguindo essa linha de raciocínio, seria a questão da província Platina e o papel decisivo dos diplomatas ingleses no caso. O filme na tentativa de síntese acaba por distorcer a realidade dos fatos históricos mais uma vez, os ingleses tiveram dois posicionamentos distintos em relação à questão do Rio da Prata. O primeiro de ajudar dissimuladamente Carlota Joaquina na questão Platina e o segundo de desaprovar, publicamente, na figura de Lord Strangford pressionando D. João VI a intervir contrariamente no episódio. No filme há uma cena em que é o próprio embaixador inglês que dá as dicas a Carlota Joaquina como fazer para se tornar a Rainha da Província Platina. Entretanto é sabido que Strangford pressionou D. João VI para que esse, demonstrando grande habilidade conseguisse evitar as ações de sua esposa. Isso no filme é retratado na cena em que Carlota não consegue vender suas jóias parar mandar o dinheiro relativo a organização de um exército que lhe proclamasse a Rainha do Rio da Prata, portanto, a participação de Strangford no caso é distorcida.
Na trama cinematográfica não fica especificado o papel de D. João no caso das jóias, esse como é relatado nos documentos (José Prezas, um dos ajudantes da Princesa na questão Platina e que nada recebeu em troca dos serviços prestados ao chegar à Espanha escreveu Os escândalos de Carlota Joaquina e Juliano Rubio que fez uma biografia sobre Carlota Joaquina) históricos proíbe o maior comprador de jóias, o único que teria dinheiro para pagar o valor das jóias de sua esposa, de comprá-las. É notório que uma das propostas do filme é desmistificar os grandes personagens históricos, e esse é, sem dúvida, o grande mérito da diretora e, conseqüentemente, o do filme. É, nesse sentido, que o Príncipe Regente se torna alvo preferido das pilhérias que conduzem o enredo, no entanto, diferentemente, do caráter de D. João que as cenas nos impõe, e que nos passa a idéia de um rei comilão, medroso e sem nenhum tato político, D. João VI, com base em um consenso historiográfico teve uma participação muito mais efetiva na conduta política de seu reino, principalmente, ao que diz respeito, no fato da Província Platina, ele, mesmo pressionado pelos ingleses que queria dominar todo o mercado das Américas conseguiu defender os interesses lusitanos. O filme relata a sua recusa em ajudar financeiramente Carlota Joaquina a se proclamar a Rainha do Rio Prata, no entanto, as cenas nos dão a idéia de que se trata apenas de um ato de avareza do Príncipe Regente. No livro de Clemente de Oliveira, “Os tumores de Bragança”, é relatado que a princesa não conseguindo vender suas jóias para mandar o dinheiro à província do Rio Prata, enviou as próprias no intuito de que conseguisse ser vendidas lá, D. João se antecipando as ações da esposa, intercepta a embarcação e apreende as jóias e incube seu ourives de fazer cópias idênticas delas e guarda os originais em seu cofre. Depois disso, entra em contato com Carlota Joaquina relatando que apreendera dois ladrões que roubavam suas jóias, a princesa não desconfiando de nada fala que houve um engano e que, na verdade, se tratava de seus auxiliares na questão da Província Platina. Assim, ela envia as jóias falsificadas para a Província e quando, mais tarde, recebe a notícia de que suas jóias eram falsas e por isso não foram vendidas, então pensa que fora traída por seus ajudantes. Apenas mais tarde através, de “Chalaça” – que flagrado fornicando com uma Duquesa da Corte e por isso foi expulso do Reino, estranhamente não aparece no filme nem o personagem, nem o caso – (Jornal do Comércio, 1880, versão de Melo Morais) o intrigante mais famoso do reino e filho do ourives que falsificara as jóias, é que, Carlota Joaquina fica sabendo do ocorrido.
Ademais, como já disse acima a Inglaterra tinha duas posições distintas em relação à questão Platina, a primeira de pressionar D. João VI através de Lord Strangford para que não contribuísse com o intuito de Carlota Joaquina, e esse fato no filme é, totalmente desvirtuado. Em uma tomada a diretora mostra que não só Strangford apoiava os interesses de Carlota Joaquina de se tornar rainha da Província do Prata, como também é o próprio que lhe informa sobre os fatos, a película também mostra uma carta que Carlota Joaquina recebe da Espanha apoiando-a na questão do Prata e lhe dando total aval como descendente do trono espanhol para governar a província. Historicamente esse fato é contestável, já que a carta que Carlota Joaquina recebeu foi com tom de admoestação segundo os dizeres de Cipriano Barata: "Ficou nessa ocasião sem as suas jóias e sem o seu amado sonho de Rainha do Rio da Prata e por cúmulo, ainda recebeu um formidável pito do pai, o Rei da Espanha, que a ameaçava de mandar buscá-la no Rio de Janeiro e, de acordo com o Príncipe Regente, seu esposo, interná-la num convento da Catalunha, de freiras reclusas, chamando-a de má esposa, má filha, e mulher sem princípios”.
Apesar de Lord Strangford, segundo os relatos históricos oficialmente representando a Inglaterra se colocar contra os interesses de Carlota Joaquina de conquistar a Província Platina (ao contrário do que o filme mostra), ocultamente os ingleses através de Sidney Smith (que só é citado no filme uma única vez quando Carlota diz que o deve uma determinada quantia) apoiavam essa atitude. Pois os interesses Ingleses eram mais amplos, e deveria ser levado a cabo sem que, o reino Português tivesse conhecimento. A corte de S. James não queria que Portugal conquistassem as colônias do Rio da Prata, nem queria tão pouco que essas se libertassem e que vivessem como povo livre a partir daí. Os ingleses queriam, na verdade, “ver proclamado um reino no Prata com Carlota Joaquina como Rainha. Depois, oferecer a essa Princesa o trono de Espanha, por abdicação dos seus direitos no Reino da Prata em favor da Inglaterra. Quanto ao Príncipe Regente, mais tarde facilmente nos cederia o Brasil como um dos seus avós cedeu a Índia. Os canhões da nossa esquadra lhe restituiriam Portugal, e a Inglaterra faria a união ibérica, mediante a cessão do Brasil. D. João e Carlota Joaquina seriam assim os reis do Reino Unido de Portugal e Espanha, e a Inglaterra faria com o Rio da Prata e com o Brasil uma grande nação semilivre, como a Índia, com um vice-rei tirado da casa real inglesa. É o que me parece visarem as trincas diplomáticas da Chancelaria de S. James, em Londres”, (Tumores de Bragança, Clemente de Oliveira). Para isso era necessário apoiar Carlota Joaquina sem que D. João VI soubessem, evitando assim que Portugal fizesse parte da conquista facilitando uma possível negociação dos ingleses.
Como se vê esses detalhes que são de suma importância é, não sei se suprimido pela tentativa de síntese da diretora ou se ignorado pela mesma, mas o fato é que o enredo não os aborda. No filme também é suprimido o fato de que Carlota Joaquina esteve presa no Convento da Ajuda e escapou graças o auxílio de Sidney Smith que estava cumprido os desígnios secretos do trono inglês de apoiar a conquista da Província Platina por ela. Omite assim, que D. João descobre a fuga a tempo e intercepta a princesa na embarcação de Smith quando ela estava de partida para o Rio da Prata, nesse ínterim, a princesa se vendo abordada por Lobato, o fiel escudeiro de D. João e por Lord Strangford que nesse dia descobre os reais interesses da Inglaterra, ela se aproveitando de uma distração dos dois homens pega uma arma e atira em Lobato que a frustrara em 1805, avisando D. João VI da conspiração que ela armara contra o marido, Lobato ferido cai no chão e começa a ter uma crise de epilepsia ficando inconsciente por 24 horas quase sendo enterrado vivo, pois pensavam que ele estava morto (Tumores de Bragança, Clemente de Oliveira). O que fica claro é que, se esses fatos fossem abordados pela diretora seria muito difícil transformar a argúcia de D. João VI em preguiça, submissão e covardia como faz o filme.

O cinema como qualquer arte, quando foca um determinado período histórico tem que também estar preocupado com a integridade dos fatos. A crítica que faço ao filme Carlota Joaquina se direciona ao tratamento que a diretora dá aos acontecimentos históricos. A tentativa de síntese cinematográfica da diretora subtrai muitos fatos importantes que acaba deturpando a história, em vez de ter optado por uma síntese pouco preocupada com os fatos históricos, Carla Camurati poderia ter inserido sua história em um contexto mais restrito, de forma que, pudesse fiar-se mais acuradamente nas ações de Carlota na fase adulta. No entanto, a própria narração do filme que é feita por um Escocês já fornece à diretora um pretexto para os afeamentos cometidos na produção. Assim, nessa perspectiva que é a de uma revisão histórica do filme, a obra de Carla Camurati deixa muito a desejar, porém, ao que diz respeito, a desmistificação dos personagens históricos, o filme encontra enorme êxito, até pelo fato de ter uma proposta de paródia no trato com os personagens, ele tem o mérito de desmistificar alguns heróis da história brasileira. Os personagens centrais do enredo são humanizados. A história é filmada em tom burlesco: D. João é o comilão que de política pouco sabe, Carlota Joaquina uma princesa infiel e sem escrúpulos e, além disso, ninfomaníaca e D. Pedro I um mulherengo epiléptico que decidira ficar no Brasil unicamente pela sua paixão às mulheres da colônia.



A desmistificação dos personagens históricos no filme:
Carlota Joaquina

De acordo com o texto de Circe Maria Fernandes Bittencourt a História tem o poder de ser legitimadora da ideologia dominante. A educação brasileira desde o período republicano teve a preocupação de forjar uma identidade nacional. Para isso era necessário eleger-se heróis nacionais que fossem a personificação de um povo unido que amava a sua terra e que morreria por ela se fosse preciso. Assim, eram necessárias que fossem ensinadas nas escolas a história da pátria e que fossem instituídas datas comemorativas que simbolizassem os feitos gloriosos da nação brasileira.
No entanto, surge um problema, que heróis escolher, que memória forjar, a nossa independência fora conseguida através de um monarca herdeiro do trono português. Como então exaltar uma nação que só veio a se constituir como tal através de um herdeiro do trono Português? E os ideais republicanos como ficam nessa história? Esses foram alguns dos problemas que os republicanos brasileiros tiveram que enfrentar.
Dessa forma, a figura de D. Pedro I era sempre citada com reservas e alguns historiadores oficiais chegaram a ponto de destacar mais a pessoa do estadista José Bonifácio que ficou conhecido nos livros didáticos, em grande parte, devido a Rocha Pombo, como patrono da independência. Na própria letra do hino nacional criada por Osório Duque-Estrada, o grito é lembrado, é qualificado de heróico, de retumbante, mas o autor do brado não é mencionado. No filme Carlota Joaquina D. Pedro I era o filho que mais parecia com a mãe, pelo menos, ao que diz respeito à lascívia. Era um amante inveterado, boêmio e amante dos prazeres e por isso pedira ao pai para ficar no Brasil. Talvez esse tipo de comportamento fosse o pretexto dos republicanos para elegerem a figura de José Bonifácio como patrono da independência. Embora, pretexto, no caso de D. Pedro I não faltasse, pois se sabe bem que seu reinado do ponto de vista político racional foi deveras um desastre. Assim era preciso buscar outros heróis, e a solução encontrada foi desviar a importância do ato da independência para a sua manutenção. É, nesse sentido, que as figuras dos militares passam a ser erigidos na memória oficial. O primeiro deles, símbolo do exército nacional e, segundo os republicanos, o maior responsável pela união da nação, foi nada mais, nada menos que, Duque de Caxias. Para tal construção foi necessário se apagar da memória brasileira o fiasco desse mesmo Duque de Caxias na Guerra do Paraguai que, perdendo uma batalha e envergonhado pela a desastrosa Retirada de Laguna abandona o posto, que é então substituído por Conde D’ Eu genro do Imperador. Desse acontecimento a memória oficial só resgatou o grito heróico de Duque de Caxias antes de ser derrotado: “Siga-me quem for brasileiro”, era mais um ato imprudente de um oficial do que propriamente de heroísmo. Entretanto, era útil para os fins visados pelos republicanos e, assim foi instituído nos livros didáticos.
Ainda não bastava apenas exaltar a união dos povos e a manutenção da pátria simbolizada no personagem de Caxias. Por conseguinte, os “bravos” bandeirantes responsáveis pela atual imensidão do território brasileiro e pelas riquezas aqui encontradas foram criados para simbolizar a grandeza e a índole corajosa do brasileiro. A construção dos bandeirantes como heróis nacionais também se deve ao fato de ter sido oriundos de São Paulo que já se destacava economicamente devido à produção de café e já tinha uma maior representação política dentre as províncias. Assim, os paulistas que no século XIX trazia o progresso, descendentes daqueles que, nos séculos passados desbravaram territórios e descobriram riquezas. Como se vê, fomos ensinados na escola a cultuar oficiais do exército e aventureiros caçadores homicidas de índios como se fossem heróis. Heróis que se fizeram como tais através da força. Então quando ficamos assombrados com a constatação de que os militares tinham apoio popular no ato do golpe de 64, - que muitos livros que vimos rotulava de revolução de 64 – devemos nos ater também ao fato da construção da memória oficial que nos foi imposta em nossas aulas de história.
É, nesse sentido, que destaco a importância do filme de Carla Camurati, embora, os personagens históricos parodiados em “Carlota Joaquina” são, até certo ponto, desprezados pelos ideólogos da nação brasileira, por motivos acima, minimamente, identificados. A idéia do burlesco, do ridículo, do descaramento e dos escândalos de Carlota Joaquina que são encenados nos espaços da aristocracia que o filme nos mostra podem ser utilizados nas aulas de história com o intuito de desconstruir a memória oficial. A própria atmosfera burlesca do filme pode ser trabalhada de forma a desfazer o grande hiato que a tradição oficial construiu entre os “homens de política” e o povo. A comédia tem o poder de igualar as capacidades dos homens dando a eles contornos de imperfeição. Esse tipo de linguagem quando focaliza os personagens que nos ensinaram na escola, ao longo dos anos, a admirar e que, é reproduzido pela tradição de pai para filho, consegue um efeito muito positivo para o educador que está preocupado com o resgate das várias memórias que foram obliteradas pela história oficial. Além disso, a própria capacidade de empatia que o cômico estabelece com o público através da alegria despertada, faz com que a exposição do filme “Carlota Joaquina” tende a ser uma atividade muito apreciada pelos alunos.




Bibliografia consultada:


SINTRA, Assis. Os Escândalos de Carlota Joaquina. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934. .Compilado por Edilberto Pereira Leite e exposto no site: www.encichp.hpg.com.br.

Ø Todas as outras obras citadas no corpo do texto são retiradas da compilação de Edilberto Pereira Leite.

9 comentários:

Anônimo disse...

MUITO BOM
MUITO OBRIGADO
resumo completo

Anônimo disse...

Está ótima sua resenha esse filme é
um exagero realmente,só assisti porque precisei fazer um trabalho escolar.

wesleysbandeira disse...

Parabéns pelo Artigo...

Anônimo disse...

Olha vc devia colocar um pouco mais obvio pq ninha irma leu o começo e nao entendeu mt .obg..
mais está Otimoo

Anônimo disse...

Muito obrigado, muito bom.

MARCOS PINTO disse...

gostei do artigo
queria comprar o livro Os tumores dos bragança...mas nao consigo encontrar....se tiver um local onde venda me avise...abraços

Lorrane disse...

Não gostei nd não tem mt objetivo

Lorrane disse...

Deveriao falar mais coisas

Anônimo disse...

eu n gosei dsse filme, pois tem muitos exageros e eu n entendi algumas partes e so assiti pq tiha que fazer um trabalho de hisoria perguntando sobre o filme.